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quarta-feira, 30 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Hora do Planeta
Amanhã (26), se una com todo o restante da população mundial na "Hora do Planeta", em protesto, para deter as mudanças climáticas.
Durante a Hora do Planeta, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global.
Não se esqueça! Amanhã às 20:30 faça um importante ato para o planeta.
Durante a Hora do Planeta, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global.
Não se esqueça! Amanhã às 20:30 faça um importante ato para o planeta.
quinta-feira, 24 de março de 2011
Ato contra energia nuclear reúne centenas de pessoas em sete capitais
Mobilização reuniu cerca de 300 ativistas ontem em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador
Mais de 300 pessoas e diversas organizações da sociedade se reuniram na noite de ontem em sete capitais brasileiras para uma vigília silenciosa e pacífica com velas e flores em solidariedade ao Japão e contra a energia nuclear. O ato ocorreu simultaneamente em São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador e foi organizado pela Matilha Cultural, EcoGreens e 350. Até o momento não foi computado o número de ativistas nas cidades de Porto Alegre, Belo Horizonte e Recife.
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O ato foi motivado pelo sofrimento do Japão causado por desastres naturais e agravado pela escolha do país em investir em reatores nucleares para a geração de energia elétrica. “É também uma resposta da sociedade à insistência do governo brasileiro em investir bilhões de reais de dinheiro público na construção de Angra 3 e em novas usinas”, disse Rebeca Lerer, ativista antinuclear e diretora da Matilha Cultural.
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No Japão, cerca de 200 mil pessoas em um raio de 20 km da central nuclear de Fukushima foram evacuadas, deixando para trás suas casas, cidades e histórias. Dez dias após o terremoto e o tsunami, as autoridades japonesas ainda não conseguiram controlar os vazamentos radioativos da usina. Estima-se que o entorno de Fukushima deva permanecer inabitado por no mínimo 5 anos.
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“Começamos a mobilização com três cidades e o movimento cresceu, atingindo sete capitais e envolvendo várias organizações”, analisa André Amaral, ativista antinuclear e diretor da EcoGreens. “A mensagem é simples: nós não podemos ficar parados! Esse é o momento de pressionar o governo brasileiro a seguir o exemplo da Alemanha, da China e de outros países que suspenderam a construção de usinas nucleares”.
terça-feira, 22 de março de 2011
Atos contra energia nuclear
Um movimento que partiu do Greenpeace e também vem se espalhando na rede é uma petição onde todas as pessoas que são contra as usinas nucleares e não aprovam a geração de energia por esse meio, podem assinar e pedir a interrupção do projeto de construção da usina Angra III. Assine você também!
segunda-feira, 21 de março de 2011
Haka Race terá escalada como modalidade
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| Imagem meramente ilustrativa |
Haka Race
É uma prova de aventura de média e curta distância.
As provas têm como modalidades: trekking, mountain bike, técnicas verticais, canoagem e orientação. Podem também receber alguma modalidade diferente de acordo com a característica da região ou da dificuldade encontrada no município que receberá a etapa.
A primeira etapa do circuito 2011, será em Itupeva, no dia 26/03 e contará com a equipe Aventura & Ação, composta por Daniel Cotelessa e Tati, participe você também! http://www.hakarace.com/
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| Daniel e Tati, a dupla competidora da Aventura e Ação |
sexta-feira, 18 de março de 2011
Pesquisadores alertam para os perigos da proposta de Código Florestal a ser votada este mês
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| Monocultura O Novo Código Florestal proposto pelo deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP) favorece o desmate de Reservas Legais e Áreas de Proteção Permanente visando a expansão do agronegócio |
Em meio a desastres ambientais, protestos de cientistas e alertas mundiais sobre o forte risco do desmate das reservas florestais, o projeto do novo Código Florestal em tramitação na Câmara Federal foi elaborado para atender aos anseios expansionistas de ruralistas e do agronegócio e contém propostas que devem legitimar a destruição de matas ciliares e reservas legais, causando expressivos impactos aos ecossistemas do País.
Segue abaixo, matéria de Maria Guimarães, publicado na Fapesp.
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Desastres naturais com grande número de vítimas e desabrigados, como aconteceu em janeiro na serra carioca, parecem ser cada vez mais comuns no Brasil. Não é por acaso, segundo a carta publicada por três pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em 24 de fevereiro, na revista Nature. As principais culpadas pelas catástrofes – escrevem Carlos Zucco, Luiz Gustavo Oliveira-Santos e Fernando Fernandez – são as políticas de uso da terra no país, que permitem a retirada de mata em montanhas e junto a cursos d’água.
O alerta não vem à toa, e o grupo da UFRJ não é o único a chamar atenção para o problema: este mês, deve ser votado no Congresso Nacional o Código Florestal proposto pelo deputado Aldo Rebelo. Nesse contexto, a Organização não-governamental (ONG) SOS Mata Atlântica promoveu, também no dia 24 de fevereiro, um encontro em que dois especialistas expuseram as prováveis consequências das alterações propostas para a lei que protege as florestas na beira de rios (as matas de galeria), a vegetação em encosta e nos topos de morros, e que regulamenta as áreas de floresta nativa que deve ser preservada em propriedades privadas.
Ao contrário do que clamam grandes proprietários de terra, eliminar a floresta junto aos rios prejudica a agricultura, conforme explicou o biólogo Sergius Gandolfi, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo. Sem vegetação junto aos rios e nas encostas, as chuvas lavam o solo e carregam a camada mais fértil, que deixa de estar disponível para nutrir lavouras e passa a entupir, ou assorear, os rios. E é isso que deve acontecer caso a nova proposta de Código Florestal seja aprovada, já que ela reduz à metade a faixa que deve ser preservada das matas de galeria e elimina a obrigação de manter a vegetação em encostas e topos de morros. “O assoreamento dos rios já está causando um apagão hídrico, que tornará a energia hidrelétrica mais escassa e mais cara”, avisa.
Essas medidas, entre outras, reduziriam as reservas obrigatórias em propriedades privadas a ponto de eliminar o passivo ambiental de boa parte das fazendas. O advogado Raul do Valle, do Instituto Socioambiental (ISA), completou que o Código Florestal, que data de 1934 e passou por diversas modificações de lá para cá, é insuficiente e precisa ser atualizado para o século XXI. Mas de maneira muito diferente da proposta. “Precisamos reconhecer que o passivo ambiental é um problema da sociedade e compartilhar o ônus da conservação”, propôs. Para isso, seria necessário instaurar medidas como facilitar o crédito rural para quem recuperar e mantiver áreas de preservação em sua propriedade.
Mais do que defender a natureza por questões estéticas ou por princípio, trata-se de defender a produção de energia elétrica, de evitar as grandes catástrofes e de manter a fertilidade dos solos, por exemplo. “Como acontece tantas vezes em questões ambientais, o bem-estar de muitos está ameaçado pelos interesses de poucos”, conclui a carta na Nature.
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Confira na próxima edição a matéria exclusiva sobre a proposta do novo Código Florestal!
quinta-feira, 17 de março de 2011
A água invadiu a Oca
Doce e salgada, abundante e escassa, aliada e adversária, pura e poluída, líquida e impenetrável. Água! Cobrindo cerca de 70% da área da Terra na forma de oceanos, mares, rios, lagos e geleiras, ela é fundamental para a existência do ser humano e de todos os organismos vivos. A exposição Água na Oca trata da relação entre a água e o planeta, enfatizando o que essa substância representa para o Brasil e o seu povo, detentores do maior manancial do Globo.
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| Em um grande mapa com as regiões da bacia amazônica, chove forte na cor da água dos rios da área selecionada- Foto: Filipe Redondo |
Aliando ciência, arte e tecnologia, são apresentadas instalações interativas, obras de arte, peças de acervo museológico, aquários reais e virtuais, fotografias e instalações audiovisuais, que ocupam os 8000m² do pavilhão da Oca. Durante os cinco meses de exposição em São Paulo, Água na Oca realiza também palestras, workshops e um programa educacional, voltado para toda a rede de ensino.
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| Para saber mais sobre consumo e a disponibilidade de água nos países, é preciso molhar os dedos atravessando uma cortina de água - Foto: Filipe Redondo |
Água na Oca tem origem na exposição Water: H2O = Life, apresentada em 2007, no célebre prédio no Central Park West, com curadoria de Eleanor J. Sterling, diretora do Center for Biodiversity Conservation.
O que é visto nos 8000 m² da Oca, diz o curador brasileiro Marcello Dantas, “é uma mostra integralmente concebida no Brasil e para o Brasil. Em termos de espaço, diversidade e alcance é quase 10 vezes maior do que a americana. Fazer uma exposição sobre a água é como montar uma exposição sobre a vida, um assunto igualmente grandioso e infindável. Eleger a abordagem diante da amplitude do tema é a essência desse projeto”, afirma Dantas.
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| Detalhe da obra Conta-Gotas (2010) de Márcia Xavier reflete o piso O Desaguar |
Não deixem de conferir a matéria especial sobre a água, na próxima edição (162) da revista, aguardem!
quarta-feira, 16 de março de 2011
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